
Esse é o tempo médio que concorrências desregradas consomem das agências que participam. È um tema muito polêmico, porém muito importante a ser discutido.
O meio e mensagem dessa semana relata que foi realizada uma pesquisa pelo Grupo Consultores, do qual ouviu 278 diretores e gerentes de marketing e revela os seguintes números para métodos de seleção para um mercado tão vanguardista como o Brasil:
Concorrências
75,9 %
Reunião com agência
24,5 %
Por credenciais
14,4 %
Atribuição direta
13,7 %
Exercício pontual
10,1 %
Consultores
3,6 %
Com esses dados e vivências próprias podemos tirar inúmeras conclusões. Uma delas é que não é necessário concorrências para disputar a melhor idéia de uma agência. Mesmo porque idéias são formas diferentes de enxergar o problema ou o briefing passado pelo anunciante, o que causa esse tipo de avaliação muito relativo. Esse desfile de idéias que os anunciantes pedem para as agências “convidadas” é muito confortável para eles, porém extremamente desgastante para quem participar. Sem contar que tudo é muito superficial, não se tem como avaliar uma agência boa apenas por uma campanha ou peças isoladas para um cliente.
Geraldo Rocha Azevedo, presidente de serviços integrados da Neogama/BBH e agora convidado orgulho nacional para presidir o júri da categoria Promo Lions da 54ª edição do Festival Internacional de Cannes, propõe que em vez de se prestarem apenas a definir qual será a próxima campanha, as concorrências deveriam se ater a proposições para o futuro das marcas: “É cruel para as agências, pois se trata de um processo muito solitário. Um bom planejamento e uma boa criação requerem a participação do cliente”.
E sem contar que algumas vezes o que fala mais alto são os critérios financeiros. Do qual, em nenhum momento foi colocado como prioridade pelo anunciante.É o seguinte, a gente aceita, desafios e concorrências, pois isso tudo vale para a nossa evolução. Agora o que não dá pra aceitar é o descaso com o profissional. Achar que as pranchas confeccionadas, o material gravado, as peças produzidas, profissionais dedicados, foram tudo em vão.
O meio e mensagem dessa semana relata que foi realizada uma pesquisa pelo Grupo Consultores, do qual ouviu 278 diretores e gerentes de marketing e revela os seguintes números para métodos de seleção para um mercado tão vanguardista como o Brasil:
Concorrências
75,9 %
Reunião com agência
24,5 %
Por credenciais
14,4 %
Atribuição direta
13,7 %
Exercício pontual
10,1 %
Consultores
3,6 %
Com esses dados e vivências próprias podemos tirar inúmeras conclusões. Uma delas é que não é necessário concorrências para disputar a melhor idéia de uma agência. Mesmo porque idéias são formas diferentes de enxergar o problema ou o briefing passado pelo anunciante, o que causa esse tipo de avaliação muito relativo. Esse desfile de idéias que os anunciantes pedem para as agências “convidadas” é muito confortável para eles, porém extremamente desgastante para quem participar. Sem contar que tudo é muito superficial, não se tem como avaliar uma agência boa apenas por uma campanha ou peças isoladas para um cliente.
Geraldo Rocha Azevedo, presidente de serviços integrados da Neogama/BBH e agora convidado orgulho nacional para presidir o júri da categoria Promo Lions da 54ª edição do Festival Internacional de Cannes, propõe que em vez de se prestarem apenas a definir qual será a próxima campanha, as concorrências deveriam se ater a proposições para o futuro das marcas: “É cruel para as agências, pois se trata de um processo muito solitário. Um bom planejamento e uma boa criação requerem a participação do cliente”.
E sem contar que algumas vezes o que fala mais alto são os critérios financeiros. Do qual, em nenhum momento foi colocado como prioridade pelo anunciante.É o seguinte, a gente aceita, desafios e concorrências, pois isso tudo vale para a nossa evolução. Agora o que não dá pra aceitar é o descaso com o profissional. Achar que as pranchas confeccionadas, o material gravado, as peças produzidas, profissionais dedicados, foram tudo em vão.
Questiono: se eu for no médico só fazer uma consulta e ele constatar que nada tenho, saio sem pagar???
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